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Depoimentos

Olá, Você

Este espaço do blog é destinado aos que assistiram ao espetáculo SINFONIA SONHO e que desejam deixar por escrito suas impressões sobre a peça. O Teatro Inominável é desde já grato pela sua opinião aqui deixada e afirma o quanto ela nos é de extrema importância, justamente, por ser capaz de nos devolver um pouco de nós e, sobretudo, também um pouco sobre você, que nos assiste.


Foto de Mckeidy Lisita

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18 comentários:

Jorge Martins disse...

Ontem fui com Taninha assistir à “peça do Dan”, sem ter noção do que seria. Logo ao entrar na sala, percebi que não havia coxia, que a cenografia era mínima: sete cadeiras para os atores e narrador; um ator sobrava, sobrevoava, vagava de um ponto a outro da sala, se contorcendo lentamente, encarando a plateia como se estivesse querendo ver tudo outro ponto de vista. Assim que o narrador apresentou os personagens logo falei para a Taninha com certeza: “Esse é o Tomas”.
Destaco esse aspecto – a interação com o espectador, ou a cognição - como o ingrediente mais interessante da peça, na verdade penso até que seja mesmo isso, a cognição, no fundo, que a peça tratou, o que parece ter-se confirmado para mim, logo depois, no debate que se sucedeu, e agora, lendo este blog. Afinal, pelo que percebo, a construção de cada personagem – e mesmo das cenas – partiu da interação e participação direta de cada ator com o autor-diretor, mas durante todo o espetáculo sentia que a mim, como espectador também me era dada tal possibilidade (e o Tomas se fazia de ponte). Há um explícito equilíbrio entre a atuação de todos os atores, cada um com um estilo próprio, porém absolutamente integrados. O Crolei disse seu texto, abraçado ao filho morto e com os olhos cheios d’água, olhando-me nos olhos... isso não se faz com quem foi ali apenas se divertir, pois desse ponto em diante foi ficando para mim cada vez mais difícil segurar a emoção.
Não posso, então, deixar de reconhecer a competência do autor-diretor, que através de seu método, participativo, consegue efetivamente interagir com todos, em rede criativa e emotiva, na condução do seu espetáculo para produzir no público a emoção que projetou. E sua competência ficou para mim muito evidente quando, no debate, definiu dramaturgia como a situação de fazer acontecer no espectador a emoção que ele quiser na hora em que bem entender. Olha que filho da puta... Nesse sentido a peça tem um timing inteligente, porque antes de toda a tragédia acontecer (e nos consumir de repente), nós, espectadores, tivemos um tempo adequadamente calculado para irmos entendendo – ou reconhecendo – cada personagem e a trama. Quando a tragédia acontece é quando a cena já foi toda reconhecida pelo espectador: é hora de tirar o véu.
Talvez até pela minimização da cenografia, acabe sobrando mesmo ao espectador colocar sua atenção no texto e nos personagens, que vão ficando cada vez mais densos; o que se confirma, com o avançar do texto, pois também os personagens vão sumindo (e até o narrador, que é substituído por duas repórteres em cena e mesmo estas, que também somem em um dado momento) enquanto aumentam a densidade da trama e a emoção, e de tal modo que ao terminar a peça, no palco apenas o Kevin e a Célia (e que são ótimos!), já não me aguentava mais na poltrona segurando o choro – ora, e logo com os dois personagens infantis que me fizeram rir o tempo todo, é como se o autor estivesse me mostrando que na hora em que temos que nos deparar com a verdade da realidade que nos cerca, o que mais nos comove seja identificar ainda a existência de uma criança dentro de mim como a única fonte de toda e qualquer emoção forte e autêntica... O autor parece nos perguntar o seguinte: como tenho cuidado dessa criança, que julgava morta, mas que carregarei para o resto de minha vida?
Parabéns a todos: trabalho lindo! Mas ao Diogo especial homenagem: é impressionante (e bonito de se ver) como um jovem como você consegue ser tão competente dessa maneira. Seu texto é extraordinário, seu método é correto e atual (pensar em rede) e você, pessoalmente, passa muita leveza e autenticidade. Você tem todas as idades porque, certamente, deve viver o momento com intensidade e faz questão de mostrar que o tempo é mesmo mera ilusão. Você tem um conteúdo admirável e é notório como o elenco gosta de você. Super-parabéns e muito obrigado pela beleza e pela emoção que me proporcionou!
Jorge Martins (jorgeamartins@gmail.com)

Renata Gaui disse...

Ver a peça foi uma esperiência única, pois esta consegue incluir o espectador na trama perfeitamente. Me senti envolvida na história enquanto não parecia haver desfecho e no final, me vi refletindo sobre a complexidade das relações entre os homens.
Dentro do trabalho também devo citar que a iluminação, assim como cenário, figurino e posicionamento dos atores ajudaram na construção da narrativa de "Sinfonia Sonho". Um espetáculo que recomendo a todos que estão dispostos a refletir sobre o individual dentro das relacoes sociais.

Mauricio Costa disse...

Já faz um tempo que eu vi a peça, mas realmente foi muito legal. Curti muito os temas abordados e achei os atores muito bons. Todos conseguiram realmente transmitir muito bem aquilo que seus devidos personagens ofereciam. Consegui senti muito bem a complexidade e a identidade de cada um dos personagens. Muita destreza por parte dos atores!
Outro aspecto legal que vi da peça foi a utilização do espaço, como eles separavam-no no palco e ainda sim, transmitiam com clareza.
Gostei muito! Foi uma das poucas peças que assisti ultimamente que realmente sai da sala diferente de quando entrei. Despertou em mim sensações diferentes, muito sinceras e tambem, muitas reflexões frutiferas.
Parabens aos atores, o diretos e todos envolvidos! Continuem assim!

Daniel Carfa disse...

Sinfonia pra Ver-de novo

Senti a necessidade de escrever para vocês.
Geralmente não faço isso. Não gosto. Acho que é desinteressante!
“Sinfonia Sonho”.
A gente entra no teatro e já se depara com uma imagem forte, bonita, estranha, reta, das famílias em suas cadeiras. Vemos aquele quadro no fundo. As famílias “enfrentam” o espectador. A guerra já está declarada. Algo já está acontecendo.
Um xis verde corta o chão, duas linhas se cruzam. Dois corredores. Verde. (Aquela cor que amadurece até ficar vermelha).
Depois entra o diretor (uma espécie de Deus) ali na estória. Lendo as rubricas-texto, tentando controlar, manter a ordem. (Thomas, Deus existe sim!).
E o que vemos numa noite é uma grande orquestra tocando a sua música. Numa casa que não tem parede. Apenas chão e cadeiras. Poucos móveis.
É uma grande faca cortando nosso chão, nos tirando da cadeira.
Só consegui dormir às quatro da manhã.
Imagens da peça pipocam na minha cabeça e desaparecem que nem criança. Elas vão e voltam.
Fui embora sozinho pra casa depois, me sentindo meio estranho, meio cruel com as pessoas, com a vida, com o mundo.
Eu me vi ali, sentado naquelas cadeiras, porque a gente tem uma certa violência, a gente convive com ela. Ela está na mesa de várias famílias, das nossas, ela convive. Desde a forma como você passa o sal na mesa até um assassinato em série. A gente convive com a falta de carinho. A gente é bruto.
Existem as guerras dentro da gente e fora. No mundo.
“Sinfonia Sonho” é uma grande metáfora das nossas famílias despedaçadas e das nossas micro-utopias e ao mesmo tempo do nosso mundo, cidade, despedaçado e degradado.
Pessoas que não percebem o que estão acontecendo com elas.
Sinfonia é aquele fio de música no final, aquele fio que vai sumindo e que é cortante, que incomoda os ouvidos, que fura.
Sinfonia é absurdo, é uma peça do absurdo social, situacional e comunicacional. Pra mim é. E daí?
Sinfonia é pra dançar (a movimentação dos atores é linda, a simultaneidade está presente quase que numa espécie de coreografia, o corpo está ali de uma forma macia, fluida, severa, escorrendo feito um sangue). Polifonia da mais pura poesia. Famílias onde quase ninguém se encosta.
Sinfonia são fantasmas do mundo que nos cercam, que nos vigiam.
Sinfonia é a nossa sociedade sendo espetacularizada.
É sensacionalista (as repórteres numa espécie de coro grego) narrando as nossas tragédias, brincando com o nosso mundo.
Sinfonia é Thomas, que cerca a casa, que corta a cena, que se enrosca nos móveis, no quintal, feito um gato ou um cachorro. Um animal de estimação que fica em cima do telhado.
Sinfonia é Nelson, é Almodóvar, é Babenco, é Liberano, é Maria, é Martins, é Gato, é Nilsen, é Machado.
Sinfonia é um sonho que a gente sabe muito bem como é. Pois é mais pura realidade.
Sinfonia é o “nosso pé de maracujá” que precisa ser curado. Tomar remédio.
Sinfonia é a falta de carinho: “pega esse dinheiro e compra um jantar”.
Sinfonia é desejo: “como é que a gente faz pra ser aquilo que a gente quer?”.
Sinfonia é dissimulação: “sejam bem vindos, os vizinhos são sempre a família que mora ao lado”.
Sinfonia é dor: “tudo que termina em dor rima com tumor”.
Sinfonia é fé: “Deus não existe”.
Sinfonia é crueldade: “Kevin furou os meus olhos”.
Sinfonia é perturbação: “Não existe filho nenhum”.
Sinfonia mostra diante desses dramas que precisamos crescer. Amadurecer. Ser gente. E que sente.
“Sinfonia Sonho” graças a “Deus” não é uma estandape comédia, mas sim, o que o teatro pode produzir de melhor para a sabedoria humana ao desvendar seus conflitos afetivos, moral, político. A direção do Diogo é seca, direta, por isso um primor de direção. Ada, Laurinha, Vic, Márcio, Andrêas, Dan e Gunar são os "Prometeus" que conduzem o fogo da sabedoria desse texto para nós mortais com muita sensibilidade e sabedoria em suas interpretações. Amei. Chorei. Beijos. O sonho virou realidade. E a Sinfonia vai ficar no “repeat” por muito tempo, vocês vão ver.

Daniel Carfa

Beach Combers disse...

Assisti "Sinfonia Sonho" em duas oportunidades diferentes. A primeira em Novembro passado, durante a mostra da UFRJ. Ao final do espetáculo, fiquei sem fala. Fiquei simplesmente impactado com o poder do texto, da história e das grandes atuações. Semanas depois, assisti novamente a peça no teatro do Museu Nacional. Mesmo com a peça ainda fresca na memória, parecia que estava assistindo pela primeira vez. Novamente, atordoado pelo mini-universo de Kevin e companhia. Agora, aguardo ansiosamente pela terceira oportunidade.

Thiago Monclair disse...

Assistir a peça “sinfonia sonho” me surprendeu, pois a cadeia de eventos que se desdobra na peça foi inseperada e impactante. Com certeza, o ótimo trabalho dos atores, do diretor e dos outros componentes, contribuiram para que eu pudesse ter ótima experiência. Recomendo a todos.

Patricia Mansur disse...

Assistir "Sinfonia sonho" não é sair do mesmo modo que entrou... ao entrarmos, somos inseridos num universo denso, surpreendente, rico. O cenário, a iluminação, a excelente atuação dos atores e da direção, nos encaminham para "locais" pouco visitados em nós mesmos, levando ao questionamento, a reflexão... Nos sentimos parte desta trama e percebemos o quão próximo de nós podem estar situações como aquelas, mas que na maioria das vezes não queremos enxergar. Um espetáculo forte, intenso e cativante até o último suspiro! Parabéns à todo o grupo, aguardo a oportunidade de reviver esta experiência! Força e Luz para todos.

Thayta Vasconcellos disse...

Minha irmã é a mais linda do mundo!
E ela, e todos os outros, arrazam nesse espetáculo!

ale disse...

Oi pessoal, tudo bem? Vi somente uma vez a peça, mas um sentimento me martela a cabeça...A atenção dada ao sublime que nos atinge na arquitetura psicológica contemporanea e a dor e deleite das personagens nos afeta pelo sentimento de autopreservação - parafraseando Edmund Burke. A felicidade é tão importante quanto a ausência substancial dela. É a concretude dramática que nos impulsiona a viver intensamente. Parabéns a todos.

livia flores disse...

Torço pelo sucesso de Sinfonia Sonho em Curitiba, no Rio, em todos os lugares por onde passar. O trabalho merece ser visto com atenção, é papo reto da melhor qualidade, finamente ajustado, bombando ar fresco na cabeça e no coração.

Davi de Carvalho disse...

"Sinfonia Sonho" - um dos melhores espetáculos que tive a oportunidade de ver no ano de 2011.

Muito feliz de saber que o espetáculo está circulando! Merece! Precisa ser visto, absorvido.

Uliana disse...

Sem dúvida um dos melhores espetáculos que eu tive a oportunidade de ver durante o festival de Curitiba, vcs estão de parabéns! A atuação foi primorosa e conseguiu passar o necessário a cada momento do texto, fosse o objetivo fazer rir ou chorar. Me emocionei sempre e recomendo a todos! Espero que vcs voltem, com essa ou com outras peças a outras edições do festival, vou ficar de olho! Obrigada! (ulianaks@gmail.com)

Anna Clara Carvalho disse...

Sobre a sensação de imensa gratidão ao deixar um espetáculo que te tirou o ar.
Como quando o que você mais quer é passar por experiências que te transformem e que te façam sair com um sorriso calmo de quem tem o choro na garganta com prazer, porque ele é vivo. Ele veio do encontro com uma arte viva.

Eu me apaixonei por Sinfonia Sonho em 2011, ainda na sala da UFRJ.
E não há nome mais adequado.
Pra mim, Sinfonia de corpos que dançam afetos.

Mais do que atores que pesquisam, são corpos que descobriram lugares em si e que apresentam (presentam) de modo que ninguém fica preso ao que o corpo diz, porque o que ele está sendo é muito mais interessante. É real.

O fluxo do jogo torna o construído naturalmente crível, compreensível, conversável. Dividimos (público e autores da cena), pois os corpos falam e são. Porque é fácil estar com eles. Não confortável ou indolor. Fácil, porque vem de um fluxo sem obstáculos desnecessários.

Diogo, como admiro sua sensibilidade e seu trabalho suado, cheio de detalhes e cuidados. Tenho um olhar curioso para cada ator, cada trabalho, cada gráfico, cada encontro. Eles me interessam, me dizem, me estapeam. E eu tenho vontade de ver mais e mais. E saio do teatro mais viva e aliviada: tem gente fazendo pra afetar uma gente bem grande! Assim a gente segue, há por onde seguir.

André disse...

Da primeira vez que assisti Sinfonia Sonho, na sua estreia na UFRJ, saí da sala sem conseguir falar. Eu não queria conversar com ninguém, não queria travar aquele diálogo banal de "e aí, gostou?" "humrum, achei bem legal!". Porque eu nao achei a peça "legal". Ela é terrível, se é que dá pra me entender; terrível por me levar a questionamentos sobre a violência e o horror do mundo e a apatia com que os encaramos no dia-a-dia. Dramaturgia, encenação, elenco, cenário, iluminação, movimento, enfim, TUDO nessa peça me toca com a sensibilidade de um carinho e a força de um soco no estômago.

Parabéns a todos.

Diego Amorim disse...

Sempre quando algo busca a intensidade e essa se reflete na carne e nas palavras, nao ha como nao fugir da sensacao de extase. Acho que foi mais ou menos assim que eu sai da peca, como que precisando digerir o tanto que ela tenta passar . Obrigado. Antes de tudo, pela busca pela vontade, a vontade de potencia e a potencia que se volta para voce e te fixa, quando vc se ve preso diante do espetaculo.Essa tragedia moderna (ou pos-moderna, tanto faz) que como as proprias referencias dizem sao complexas como uma grande rede e atingi-la eh tentar se aproxima do absurdo. Absurdo que passa por todos os momentos das falas e corpos e que tem o dom de atordoar e ao mesmo tempo fazer pensar pela dura critica que atinge nossas viceras e nossos olhos.
Sinto que ha muito o que se falar e pensar sobre a peca. Voltei a ver o grande valor do teatro. Novamente obrigado, parabens para todos. Sinceramente voces fizeram algo bem incrivel.
Desculpa pela falta de acentuacao

Maria Cabral disse...

Sinfonia Sonho – O Inominável exposto

Eu já tinha lido alguma coisa sobre a peça, visto fotos e depoimentos. Ao entrar no teatro, um grande impacto, diziam. Não tive. Entrei no teatro e vi a cena da foto. Interessante, legal, ok, mas sem forte impacto para mim. Demora um pouco para começar. Certo desconforto com os olhares fixos dos atores na platéia em frente, que vai chegando e sentando, lentamente. Todos acomodados Diogo começa a falar, ou melhor, a ler. Lê uma sinopse das personagens, nomes, características, relações, que não consigo guardar. Penso: esse cara é muito novo. Ledo engano, ao final da peça olho de novo e vejo: esse cara é velho. Um velho pensador, adorável e sensível.
A peça prossegue. Os atores são muito bons, entregues, suas crianças verossímeis, encantadoras, e os recursos cênicos interessantes. Diogo continua lendo. As complexidades vão surgindo, aos poucos, e sempre entremeadas pelo humor, um humor ácido, mas que ajuda a digerir temas tão pesados, profundos, quase intragáveis. As relações, às vezes duais, outras de toda a família, são tão bem escritas, formuladas e encenadas, que trazem a vida à nossa frente (ela mesma), e trazem, especialmente, o que não queremos ver dela. Além de expor a solidão de cada um.
Sinfonia Sonho nos coloca, com firmeza, crueza e humor, diante de tudo o que negamos ou queremos negar em nós e nas relações humanas. Amor, ódio, impossibilidades, dor, ambição, desespero, ternura, loucura, violência. O que estava sob o tapete surge. A poeira faz o nariz coçar, avermelha os olhos, irrita a garganta. Mas somente enfrentando-a, com a coragem que nos mostra esse coletivo, é que podemos (tentar) digerir ou entender alguma coisa. Ou pelo menos enxergar a crua realidade (ou furar os olhos, como Célia). Você é quem escolhe. Está tudo ali.

João Carlos disse...

Olá Cia. de teatro Inominável. Me chamo João Carlos, sou de Resende-RJ, sou advogado, mas também escrevo e, agora, estudo teatro amador. Fiquei completamente fascinado pelo espetáculo que vocês apresentaram no Teatro Vitória, na nossa cidade. Formidável! a técnica, misturada com emoção, expressão corporal, tudo fantástico... tirei fotos com todos (menos com o ator careca, que não sei o nome, mas que é excelente!) e postei no face. Obrigado pela apresentação em nossa cidade.

Kev. disse...

Meu nome é Kevin Brezolin. Eu faço bacharel em Direção Teatral na UFRGS em Porto Alegre. Eu sou musico desde pequeno. Só um daquele viciados em música que toca todos insturmentos possiveis e ouve todos estilos possiveis, e ja te uns 10 mp3 daqueles de camelo.
Eu dirigo uma peça chamada Sonhe. (www.ciamulherespublicas.tumblr.co)
E dai quando eu vi a sinopse de vcs, me deu um negocio sabe? Não tem palavras pra explicar. Eu fiquei com vontade de dizer pra vocês que eu exitia. Mesmo nao sendo o kevin de vcs, ser um kevin no meio de tanta sinfonia e sonhos tambem. Espero poder ver o trabalho um dia. Merda pra vocês.