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quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
ref. indu
isa e marina,
uma amiga certa vez, ao me ouvir falando de nossa peça, disse que a primeira coisa que lhe veio à cabeça foi o filme VALENTIN. hoje depois de nossa conversa, sua opinião me fez sentido. segue abaixo poucas imagens desse filme. serve para pensarmos o atemporal, já que ele é completamente localizado num tempo. temos que desbravar essa noção de tempo. no mais, é seguir especulando e traçando tentativas.
o que significa estar fora do nosso tempo? estar fora do nosso tempo quer dizer estar fora da moda? humm… precisamos ler O QUE É O CONTEMPORÂNEO? do Giorgio Agamben. vou levar para nós todos.
bjos,
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ref. cenografia
leandro,
são fotos de montagens dirigidas pelo robert (bob) wilson. me chamam a atenção pela moldura. pela iluminação (sempre). sua cenografia (não sei quem assina, creio por vezes que seja ele) está sempre muito emaranhada à iluminação. gosto do uso das formas. gosto de como a luz cria formas com o próprio corpo (como na última foto).
são fotos quase que aleatórias. mas em todas é possível localizar uma maneira muito específica de se lidar com volume, forma e luz. enfim,
é seguir.
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sábado, 9 de abril de 2011
motion
uma ficção na qual atores interpretam atores em processo de criação?
um documentário sobre o processo de criação de uma encenação teatral?
um documentário sobre o processo de criação de um longa metragem?
o que há meu de sincero perdido quando interpreto um personagem e perdido de mim quando tento ser quem eu sou mas estou sobre um palco?
sou eternamente ficção? sou ficção porque sou editável? meu fluxo é cortado, retalhado, refeito, estendido para além de mim, propagado, interrompido, eu sou editável. por isso sou ficção?
pirâmide triangular e não triângulo edipiano. mãe, pai, eu + ficção. é mais vasto. nesse um vértice acrescentado eu me saio de mim, eu me encontro fora, no alto, eu me distancio da mãe do pai e de mim mesmo. eu ganho movimento e forma. ganho mais faces do que somente uma. eu me posso ver estetizado. com outro contraponto que não só papai e mamãe. eu vejo papai sob outra ótica. vejo mãe noutra também. a vida desendurece e tudo pode enfim ser o que não é. tudo virá jogo e possibilidade, vira movimento e ora a base é um triângulo ora a base é outro. ora eu sou eu numa face ora noutra. ora tudo está de ponta cabeça e o que nos sustenta é só um ponto. o ponto de partida. o ponto de equilíbrio. a ficção.
será?
na última aula de projeto a minha professora, Gabriela Lírio, disse algo como aprender a duvidar das suas intuições. ela acabou comigo. e por isso eu sou imensamente grato.
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Diogo Liberano
sábado, 2 de abril de 2011
terça-feira, 29 de março de 2011
não por causa do pai, nem da mãe, nem por ser transgressor
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
kilian rüthemann
As obras acima são de Kilian Rüthemann
Fonte: http://acidolatte.blogspot.com/2009/10/kilian-ruthemann.html
sebastian wickeroth
As obras acima são de Sebastian Wickeroth.
Fonte: http://acidolatte.blogspot.com/2009/10/sebastian-wickeroth.html
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
banks violette
As obras acima são de Banks Violette.
Fonte: http://acidolatte.blogspot.com/2009/05/banks-violette.html
alejandro almanza pereda
Os trabalhos acima são do artista Alejandro Almanza Pereda.
Fonte: acidolatte.blogspot.com/2010/12/alejandro-almanza-pereda.html

























