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quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

realidade em teatralidade

As crianças já têm sido levadas sabe-se lá para onde faz tempo.


Bansky.

Tomas (Gunnar Borges)
  

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

ref. indu

isa e marina,

uma amiga certa vez, ao me ouvir falando de nossa peça, disse que a primeira coisa que lhe veio à cabeça foi o filme VALENTIN. hoje depois de nossa conversa, sua opinião me fez sentido. segue abaixo poucas imagens desse filme. serve para pensarmos o atemporal, já que ele é completamente localizado num tempo. temos que desbravar essa noção de tempo. no mais, é seguir especulando e traçando tentativas.

o que significa estar fora do nosso tempo? estar fora do nosso tempo quer dizer estar fora da moda? humm… precisamos ler O QUE É O CONTEMPORÂNEO? do Giorgio Agamben. vou levar para nós todos.

bjos,

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ref. cenografia


02holl-6006a00d8341c78bf53ef00e54f5610118833-640wi124ROBERT WILSONRobertWilson

leandro,

são fotos de montagens dirigidas pelo robert (bob) wilson. me chamam a atenção pela moldura. pela iluminação (sempre). sua cenografia (não sei quem assina, creio por vezes que seja ele) está sempre muito emaranhada à iluminação. gosto do uso das formas. gosto de como a luz cria formas com o próprio corpo (como na última foto).

são fotos quase que aleatórias. mas em todas é possível localizar uma maneira muito específica de se lidar com volume, forma e luz. enfim,

é seguir.

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sábado, 9 de abril de 2011

motion


uma ficção na qual atores interpretam atores em processo de criação?

um documentário sobre o processo de criação de uma encenação teatral?

um documentário sobre o processo de criação de um longa metragem?

o que há meu de sincero perdido quando interpreto um personagem e perdido de mim quando tento ser quem eu sou mas estou sobre um palco?

sou eternamente ficção? sou ficção porque sou editável? meu fluxo é cortado, retalhado, refeito, estendido para além de mim, propagado, interrompido, eu sou editável. por isso sou ficção?

9_93

 piramide triangular

 piramidetria

pirâmide triangular e não triângulo edipiano. mãe, pai, eu + ficção. é mais vasto. nesse um vértice acrescentado eu me saio de mim, eu me encontro fora, no alto, eu me distancio da mãe do pai e de mim mesmo. eu ganho movimento e forma. ganho mais faces do que somente uma. eu me posso ver estetizado. com outro contraponto que não só papai e mamãe. eu vejo papai sob outra ótica. vejo mãe noutra também. a vida desendurece e tudo pode enfim ser o que não é. tudo virá jogo e possibilidade, vira movimento e ora a base é um triângulo ora a base é outro. ora eu sou eu numa face ora noutra. ora tudo está de ponta cabeça e o que nos sustenta é só um ponto. o ponto de partida. o ponto de equilíbrio. a ficção.

será?

na última aula de projeto a minha professora, Gabriela Lírio, disse algo como aprender a duvidar das suas intuições. ela acabou comigo. e por isso eu sou imensamente grato.

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Diogo Liberano

terça-feira, 29 de março de 2011

não por causa do pai, nem da mãe, nem por ser transgressor

Seriam então máquinas dialógicas? Seriam máquinas dialéticas?


Boy with Machine, Richard Lindner 


"What a mistake to have ever said the id. Everywhere it is machines--real ones, not figurative ones: machines driving other machines, machines being driven by other machines, with all the necessary couplings and connections.... Hence we are all handymen: each with his little machines."
   

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

kilian rüthemann

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As obras acima são de Kilian Rüthemann
Fonte: 
http://acidolatte.blogspot.com/2009/10/kilian-ruthemann.html

sebastian wickeroth

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As obras acima são de Sebastian Wickeroth.
Fonte: 
http://acidolatte.blogspot.com/2009/10/sebastian-wickeroth.html

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

banks violette

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As obras acima são de Banks Violette.
Fonte: http://acidolatte.blogspot.com/2009/05/banks-violette.html

alejandro almanza pereda

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Os trabalhos acima são do artista Alejandro Almanza Pereda.
Fonte: acidolatte.blogspot.com/2010/12/alejandro-almanza-pereda.html