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quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Kevin e Eva-Composição do jornal na perspectiva de Eva.

Eva quieta na sala. Kevin entra. Pergunta para a mãe se sela sabe o que é moléculas. Ela explica sem muita certeza. Ele conta pra mãe sobre as moléculas poluentes que existm no mundo e inclusive nas caixas de papelão da mudança. Onde vc leu isso? Por aí...ela insiste, pergunta se na mãe tem poeira. Kevin diz que sim. E no Kevin? Também. Então vem tirar poeira de mãe! Kevin não vai e continua falando dos poluentes que entram, entram, entram...e te matam. Várias vezes. Eva escuta. Conversa com o filho. Ele está tão bonito...ai mãe, vc tá chata...Kevin sai da sala.

EVA e Frank: Composição a partir do jornal

Eva entra na sala em que Frank está. Ela procura o recorte de jornal no qual estava a a notícia que tinha chamado a sua atenção. Frank observa Eva por um tempo e pergunta o porque de sua aflição. ela diz. Ele pergunta sobre o que era a matéria. ela não se lembra, apenas que tinha pego a notícia e rido muito, pensando em não acreditar no que estava lendo. Será que as crianças não pegaram? Diz Frank. Ela não sabe. só sabe que não acredita que uma notícia escrita em uma coluna vertical possa ser verídica. Eva acredita mais nas matérias escritas na horizontal, em grandes blocos no jornal. Ai meu Deus, será que estou ficando louca? Frank nega. Ele se aproxima para dar um beijo nela, ela dá gritinhos, se esquiva e sai a continuar procurando o jornal.

Resposta Kinestética

Segunda composição a partir de recorte de jornal - Moira e Corley

Moira chega em casa. Pela janelinha da porta observa Corley. Quando ele a vê, ela abaixa, num jogo quase infantil. Ela entra, pede que ele se sente e que responda uma pergunta com muita sinceridade: O que ele seria capaz de fazer para conseguir o que quer? Ele seria capaz de morrer por uma causa? Ela conta ao marido que leu no jornal que um tal indiano, que ela não lembra direito o nome, está fazendo greve de fome e não come nada há dez dias. O indiano protesta contra a corrupção de seu país e se diz capaz de morrer pelo povo indiano. Essa idéia transtorna Moira. Para ilustrar a situação da Índia, Moira propõe que Corley faça o papel do tal Indiano, subindo no alto de um armário. Os quadradinhos do chão seriam a multidão que está acampada na porta da casa do ativista indiano, apoiando o seu sacrifício. Moira tenta levantar Corley, mas a idéia não dá muito certo. Terão que imaginar a situação...

Agora, enquanto escrevo sobre a improvisação, pensei que a Moira poderia se impor algum sacrifício até que seu filho voltasse. Uma espécie de promessa. O que poderia ser? Possibilidades: Não comer chocolate. Não fazer sexo. Não descer do telhado da casa.